quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Saudades de Cunha!

   Acabaram-se as férias! Estamos de volta a este espaço e também, à nossa casa!


Araucárias com 10 anos. Podem viver até 500 anos.
    Num breve giro do olhar pela minha pequena chácara, algo me chamou a atenção! Voltei o foco da minha visão para as belas araucárias  que eu plantei há dez anos! Como estão altas! Dizem que quem as planta, raramente conseguirá vê-las produzir, devido aos longos anos para atingir a idade de produção dos pinhões: frutos cuja lembrança me remetem a vários momentos da minha infância e a uma cidade em especial - CUNHA, no Estado de São Paulo.




A produção de artes em cerâmica.
A cidade inesquecível.
Araucária e seus frutos.
    Não desejo descrever aquela cidade  que mal a conheci em 1967, quando a serviço de uma comissão de seleção do Exército, tive o prazer de passar alguns dias em contato com a sua gente. Vale a pena conhecer 
 importância dos artistas locais em relação ao mundo!








Artesanato de alto nível.
Festa do pinhão - tradicional.


Paisagem entre Cunha e Paraty.
    É impressionante o saudosismo do "cunhense". Relembra sua cidade com o coração apertado! A nostalgia é contagiante!  


O cunhado Firmino P.Ancora da Luz.

O concunhado Hélio Mendes, filho do Tunicão Mendes.
    Conheço as  qualidades do "cunhense", porque tenho na família dois     honrados representantes daquela pequena e mística cidade: meu concunhado Hélio e meu cunhado Firmino. O saudosismo de meu cunhado é tanto, que ele reside num apartamento na cidade de Taubaté, cuja janela de seu quarto está voltada para Cunha. "É que eu só consigo dormir bem, quando a brisa sopra de lá", diz ele. 


    A esses fiéis cidadãos da cidade de Cunha, minha homenagem e admiração! E a todos os "cunhenses" daquela bela cidade, um grande abraço, em especial à família do saudoso vereador Osmar Felipe, que me recebeu com 
muito apreço em sua 
residência  quando lá estive.





Saudoso OSMAR FELIPE.

Algumas fotos desta postagem foram obtidas Aqui.

Artesanato  mundialmente conhecido.


    "Saudade é uma coisa que não tem medida, é um vazio
que só se pode
preencher com a lembrança". Irene de 
Albuquerque.






    "Quando a saudade é demais, não cabe no peito: escorre pelos olhos". Anônimo.

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